Quem sou eu

Minha foto
Estou cursando o terceiro semestre do curso de pedagogia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

EM FOCO: A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – DESAFIO A SER SUPERADO

Muito tem se falado sobre a especificidade dos sujeitos no contexto da educação de jovens e adultos e na necessidade, portanto, de entender o contexto da escola como espaço de expressão das experiências sócio-culturais.


O Brasil tem, hoje, 150 milhões de indigentes, o que representa cerca de 29% da população, como indica o Mapa da Fome, recentemente elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Que acesso ao conhecimento letrado teve esses indivíduos? Não é mais fácil culpabilizá-los pela situação em que se encontram ou oferecer-lhes projetos nos moldes de panacéias que em seis meses irão alfabetizá-los, do que analisar a geração deste amplo quadro de desigualdades do ponto de vista histórico-cultural?


Mais dados: o Censo Demográfico, realizado pelo IBGE, informa que o Brasil possui 32 milhões de brasileiros que não sabem ler e escrever, sendo que desta população cerca de 19 milhões são de pessoas jovens e adultas.


Se for possível perceber o quadro de desigualdades que marcam a realidade brasileira, é preciso refletir sobre a pertinência da construção político-pedagógica da escola e da educação de jovens e adultos em seu interior, é preciso, nesse processo de oposição ao estado de coisas pensarem: como fica a formação de professores? Como fortalecer a escola pública no caminho de reflexão de suas práticas ligadas aos interesses do aluno (jovem e adulto)?


No âmbito da escola, em meu caso, no campo da EJA, o jovem é reduzido à posição de aluno (muitas vezes ele próprio negando outras dimensões de sua própria identidade constituinte). Há um desfocamento do olhar, pela opacidade do tratamento dado aos jovens como meramente alunos, reduzindo a escola ao espaço da instrução. Desse modo, essa última procura negar a multiplicidade de possibilidades formadoras vividas pelos atores sociais, nos seus diversos espaços e tempos, desde a entrada no pátio, a sala de aula, a hora do intervalo. Carece, enfim, da compreensão mais ampliada da escola e dos alunos como sujeitos sócio-culturais. E, para ampliar o foco visual sobre a juventude na escola, é preciso considerar a dimensão da “experiência vivida”.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Pensar a globalização...









LEITURA E ESTUDO DOS TEXTOS TENDO EM VISTA O EJA



Marco Silva em seu texto comenta muito bem a questão da escola e inclusão das TICs nela. É necessário compreender que o uso das tecnologias de informação na escola não podem simplesmente partir para o velho sistema de transmissão de conteúdos. Marco defende que o uso da informática deve servir para a construção do conhecimento e não sua concepção passiva e sem a interação por parte do aluno. Dessa forma é preciso que o professor conheça as possibilidades pedagógicas que os TICs podem oferecer para não cair na mesmice da reprodução do conhecimento. Saber interagir e ensinar ao aluno o mesmo, é a forma mais lúcida, é saber fazer o que Paulo Freire já dizia a muito tempo atrás quando tudo isso ainda não acontecia, da escola se preocupar em acompanhar a evolução do homem na história. Para superar o velho sistema de transmissão é preciso que a escola inclua e do modo contrário se inclua no mundo digital. No momento podemos desfrutar de algumas escolas que estão aos poucos descobrindo novos jeitos de interação, mostrando que pode ser uma maneira nova de ensinar e acompanhar a evolução do homem na história e das tecnologias digitais. Pensar a inclusão da informatização nos parece ser um direito do aluno inclusive daquele que resolve depois de tanto tempo retornar (aqui nos dirigimos especialmente aos alunos do EJA).

No texto da Suzana de Zouza Goutierrez temos uma apresentação da importância dos webloges para a interação entre o sujeito e o conhecimento e a possibilidade que essa tecnologia oferece a educação. È feita uma caracterização do webloges, alertando pela facilidade de criar um, aumentando assim a possibilidades de usa-los de diversas formas e para finalidades diferentes. Gostaríamos de acrescentar a discussão da autora também a presença da utilização dos webloges no EJA. Seria uma maneira de construir diferentemente o conhecimento para com pessoas já mais experientes no sentido de tempo de vida a fim de incluí-las no mundo digital; lembrando que a maioria dos alunos que compõem esse grupo escolar nunca teve acesso ou tem conhecimento mínimo em relação a tecnologia da informação. Criar um webloge com os alunos e ali discutir ou abordar os conhecimentos mínimos que por eles devem ser assimilados seria uma idéia, ao nosso ver, bem interessante.

Outra discussão interessante se refere a questão ética.0 texto que trata do cuidado humano como uma reflexão ética acerca dos portadores do HIV, requer a conscientização do cuidado como sendo essência do humano e parte da ética. Dessa maneira vamos procurar abordar essa essência junto aos TICs. Uma questão a ser pensada é quanto ao numero de pessoas que hoje tem acesso a tecnologia. Segundo estudos esse número chega a ser bem reduzido. Podemos pensar no custo que tem a tecnologia ao ser adquirida, e os poucos que tem condições financeiras para adquiri-las nos custos atuais. Lembrando ainda que é um pequeno grupo que se beneficia com a venda das tecnologias normalmente criadas pelos mesmos. Pensamos dessa forma a partir da reflexão do texto sobre a essência do cuidado e do cuidado na ética, que as escolas se encontram na função de permitir o acesso as tecnologias e ainda com intuito de torna-las um meio pedagógico inovador no sentido de construir e não nos moldes tradicionais de ensino onde a informática é algo a parte e muitas vezes mal concebida.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Mapa conceitual 2/2008

Aprendizagem Digital X Globalização

Objetivo:
Buscar através de uma pesquisa orientações de professores de alunos do EJA etapa I e II;referente ao mundo da informática.Como é feito este trabalho pós-laboratório.O aluno tem conhecimento do que é um computador e para que serve.Se eles se sentem preparados para trabalhar com as ferramentas que o computador oferece.

Metodologia:
Aplicaremos pesquisas nas escolas, com questões objetivas.Onde estaremos verificando o grau de aprendizado dos professores e alunos da Etapa I e II, pesquisas bibliográficas.

domingo, 19 de outubro de 2008

Mapa conceitual/2008

Internet

Interação Social

Educação

Desigualdade

Jovens

Dúvidas

Incertezas

Paulo Freire...

Para Paulo Freire, o EJA deve considerar o alfabetizando como sujeito de seu saber, no âmbito de uma proposta pedagógica pautada em relações dialógicas de cooperação e solidariedade. Quando refletimos sobre a importância do EJA na transformação social é que compreendemos as dificuldades de sua implantação, como política permanente, num país profundamente desigual como o Brasil. O EJA, dotado de qualidade que o torne efetivo, transforma numa política social que ameaça o status das elites privilegiadas, não aceitar os limites impostos pela sociedade de classes.
O EJA e a EAD exigem dos professores um grande comprometimento efetivo e criativo, por se tratarem de uma nova forma de acesso a cultura e a informação na sociedade moderna.
- O que você acha; que tipo de escolhas faria para atingir todos os objetivos de uma aula EAD com alunos do EJA?

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Utilizando a Internet na Educação

Atualmente se tem notado que a distância no aspecto geográfico não é mais considerada, mas sim a do ponto de vista cultural, econômico, da educação continuada, das diferentes formas de pensar e sentir, do acesso e domínio, ou não, das tecnologias da comunicação. O que mais está em evidência é a INTERNET, e essa se faz, atualmente, muito presente na educação. Escolas e universidades estão cada vez mais em busca desse recurso, para não ficar atrasada em relação às demais. Na internet é possível encontrar diversos tipos de práticas educacionais: pesquisas, divulgações, “home page” ( página pessoal com o registro do que foi produzido de forma mais significativa). Serve também como suporte nas atividades de ensino, fornecendo textos, imagens, livros, revistas, vídeos, etc. É importante enfatizar que a orientação de como ser usada é fundamental, visto que muitos alunos se perdem durante a navegação, no sentido de apresentar dificuldades em selecionar o que é significativo e até mesmo de questionar problemáticas em questão.
A internet, vista como hipermídia, é vista como o principal aliado da comunicação de professores e alunos, pois através dela é possível, com um custo mais barato e privilegiado, unir a escrita, a fala e a imagem com rapidez, flexibilidade e interação, o que há pouco tempo era praticamente impossível.
Recomenda-se que ao utilizar a internet, como forma de ampliar os conhecimentos, faça da forma mais sábia que puder, podendo assim desenvolver constantemente o aspecto cognitivo.